



Ausländische Mütter
Im Jahr 2024 lag der Anteil der Geburten von Müttern mit ausländischer Staatsangehörigkeit bei 26,3 %, wobei dieser Anteil in den Gemeinden der Algarve und des Großraums Lissabon höher und in den Autonomen Regionen, im Norden und Zentrum sowie im Inneren des Alentejo niedriger war.
„In Aljezur (68,4 %), Vila do Bispo (64,7 %), Odemira (62,5 %) und Albufeira (52,8 %) waren mehr als die Hälfte der Frauen ausländischer Nationalität“, heißt es in dem Dokument, das auch die Gemeinden Pedrógão Grande (50,0 %), Amadora (48,1 %), Entroncamento (47,2 %) und Odivelas (45,5 %) mit einem Anteil von über 45 % hervorhebt.
Quelle:Portugal News
Greenpeace avisa que abandono rural agrava incêndios em Portugal e Espanha
A Greenpeace alertou que o abandono rural, a falta de gestão florestal e as metas europeias de descarbonização insuficientes estão a agravar os incêndios em Portugal e Espanha, que enfrentam cada vez mais os efeitos extremos da crise climática.
Bild lehmhaus abgebrannt

„O mais importante é a gestão florestal e a gestão do território. O que estamos a viver nestes dois países é o abandono rural, o abandono do campo e das pessoas que vivem nele“, disse à Lusa a diretora executiva da Greenpeace para Espanha e Portugal durante a 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30), que começou na segunda-feira na cidade amazónica de Belém.
Eva Saldaña chamou atenção para a necessidade de investir no desenvolvimento rural, dotar as pessoas que vivem no território de serviços e recursos, „para que estejam mais preparadas para prevenir os incêndios e depois atuar quando eles acontecem“.
Os verdadeiros guardiões das florestas são „as pessoas que vivem no território, as comunidades locais, as pessoas ligadas à agricultura e à pecuária“, notou.
Da Amazónia à Península Ibérica, a mensagem da Greenpeace é clara: quem vive no território é quem protege a floresta………
Pode encontrar o artigo completo aqui:
https://www.rtp.pt/noticias/mundo/greenpeace-avisa-que-abandono-rural-agrava-incendios-em-portugal-e-espanha_n1697359


